


Raramente o site B2B "quebra" de uma vez. Ele vai virando um gargalo aos poucos, principalmente quando o tráfego sobe (por busca ou anúncios), mas a agenda do comercial continua vazia ou cheia de conversas fracas. Nessa hora, redesign não é estética. É remover fricções que fazem o comprador hesitar, se perder ou desistir antes de pedir contato.
No B2B, a decisão costuma envolver mais de uma pessoa, mais risco percebido e mais necessidade de justificativa interna. Se o site não deixa claro o que você faz, para quem e qual resultado entrega, o visitante não consegue “vender você” para o restante do time. Ele fecha a aba e segue para o próximo fornecedor.
| Prioridade | O que ajustar | Impacto esperado |
|---|---|---|
| 1 | Proposta de valor acima da dobra | Mais clareza imediata e menos leads “curiosos” |
| 2 | Páginas críticas: serviços, segmentos, cases, sobre, contato | Mais confiança e melhor preparo para a reunião |
| 3 | Provas: números com contexto, depoimentos, certificações, método | Redução de risco percebido |
| 4 | Caminhos de conversão por intenção | Mais contatos qualificados (não só mais cliques) |

O que mais derruba resultado em redesign é apagar páginas que já trazem demanda ou trocar endereços sem redirecionar. Um caminho seguro é mapear o que gera visitas e leads, atualizar conteúdo em vez de remover e publicar com um checklist de redirecionamentos.
Depois, acompanhe por 30 dias: taxa de conversão por página, qualidade dos leads e origem. Se você já usa uma ferramenta de automação (como o RD Station) e um sistema de gestão de relacionamento com o cliente, o CRM (Customer Relationship Management), aproveite para registrar a página de conversão e enxergar quais páginas realmente criam oportunidades.
Se você tem múltiplos serviços, segmentação por indústria (logística, engenharia, manufatura) e precisa manter posicionamento, faz sentido buscar um time com experiência e governança, incluindo marketing e vendas na priorização. Para empresas da região que querem executar com foco em geração de demanda, vale conhecer a solução da Labraro.
Se você desconfia que o site está atrapalhando mais do que ajudando, o próximo passo é simples: escolha 3 páginas que mais influenciam o pipeline e revise mensagem, provas e caminho de contato. Se quiser apoio para diagnosticar e organizar esse redesenho sem parar o marketing, converse com nossa equipe.
Um sinal comum é quando chegam mensagens sem contexto, como “vi o site e queria entender melhor”, ou pedidos de orçamento sem escopo. Isso costuma indicar que a proposta de valor está genérica ou incompleta e o visitante não entendeu claramente o que você faz, para quem é e qual resultado entrega.
Priorize o que mais influencia a decisão e prepara a conversa: proposta de valor acima da dobra (na home ou nas páginas de entrada) e as páginas críticas como serviços, segmentos, cases, sobre e contato. Essas áreas tendem a impactar diretamente confiança e qualidade do lead antes da reunião.
Além de mostrar o que foi feito, conecte cada case ao problema do cliente e ao resultado entregue. Quando possível, traga números com contexto e provas complementares como depoimentos, certificações e um método de trabalho claro, para reduzir o risco percebido por quem decide.
Evite apagar páginas que já trazem visitas e demanda, e não troque URLs sem redirecionamentos. Um caminho mais seguro é mapear o que já performa, atualizar conteúdos em vez de remover, e publicar com um checklist de redirecionamentos. Depois, acompanhe por cerca de 30 dias a conversão por página e a qualidade dos leads, registrando a página de conversão no CRM quando possível.