


Imagine investir em anúncios pagos e comemorar um CPC (Custo por Clique) baixíssimo. Parece o cenário ideal, certo? Mas e se eu te disser que esse número, tão celebrado, pode ser o vilão oculto por trás da enxurrada de leads desqualificados e vendas estagnadas?
A obsessão pelo CPC baixo pode esconder falhas na estratégia de automação e prejudicar a qualidade dos leads.
Buscar um CPC menor é quase automático para quem gerencia campanhas. Afinal, quanto menos se paga por clique, mais acessos ao site, certo? Só que nem todo clique barato é valioso. Em setores B2B e industriais, um clique barato demais pode ser sintoma de segmentação rasa, copy genérica ou ofertas que atraem curiosos, não decisores.
Se o volume de leads aumenta, mas a taxa de conversão real despenca, é sinal de que o barato está saindo caro.
Ao alimentar sua automação com leads de baixa qualidade, todo o fluxo é impactado. O lead scoring perde precisão, a nutrição se torna ineficaz e o time comercial perde tempo com contatos sem fit. O ROI (Retorno sobre Investimento) despenca, e a automação, que deveria otimizar o processo, acaba mascarando o real problema.
Automação eficiente depende de entrada qualificada. Leads ruins geram ruído, não vendas.
| Sintoma | Possível causa | Solução prática |
| Taxa de conversão abaixo de 1% | CPC baixo, segmentação fraca | Revisar público-alvo e palavras-chave |
| Leads não respondem follow-up | Copy pouco qualificada | Ajustar oferta e formulário |
| Time comercial reclama de "leads frios" | Automação alimentada por contatos errados | Melhorar critérios de qualificação |
Sugestão: Tráfego pago B2B: aumentando conversões sem perder qualidade
Não caia na armadilha dos relatórios "bonitos". O Google Analytics, RD Station e o CRM podem revelar onde está o gargalo. Analise:
Se o seu time comercial reclama que "ninguém atende", talvez o problema esteja no topo do funil, não na abordagem.
Pense em uma empresa de engenharia recebendo dezenas de leads após uma campanha de tráfego pago. O gestor comemora o CPC de R$ 0,80, mas percebe que quase todos os contatos buscam vagas de emprego, não orçamentos. Ao revisar a copy e segmentação, focando apenas em decisores (diretores, engenheiros-chefe), o CPC sobe para R$ 2,30, mas os leads agora conversam com vendas e geram reuniões.
O clique caro, nesse contexto, vale mais do que uma centena de cliques baratos e irrelevantes.
CPC baixo não é sinônimo de eficiência. A métrica que importa é a conversão em vendas, não apenas o custo por clique.
Sugestão: Como escolher palavras-chave para tráfego pago
Focar apenas em métricas de vaidade como o CPC pode comprometer todo o ciclo de geração e nutrição de leads B2B. É fundamental investir em segmentação, copy direcionada e critérios de qualificação para garantir que cada clique tenha potencial real de venda.
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CPC baixo pode indicar segmentação ou copy muito amplas, atraindo curiosos e não decisores. Isso aumenta o volume de leads, mas reduz a qualidade e a taxa de conversão real.
Analise o tempo médio no site, a taxa de conversão dos formulários e o feedback do time comercial. Leads que não avançam no funil ou não respondem são sinais claros de baixa qualidade.
Aposte em segmentação refinada, palavras-chave específicas e copy direcionada ao público decisor. Teste segmentações e acompanhe a conversão, não apenas o custo por clique.