
Já se perguntou se criar públicos semelhantes no Meta realmente é a melhor escolha para sua campanha? Muitos profissionais confiam cegamente nos “lookalike audiences” para escalar resultados, mas há cenários em que eles podem minar sua performance e desperdiçar orçamento.
Vamos direto ao ponto: nem sempre o público semelhante entrega o melhor ROI, especialmente quando os dados de origem são limitados ou o objetivo exige ultra precisão. Em vez de confiar no piloto automático, é hora de repensar o uso desse recurso e entender quando é melhor optar por alternativas.
Imagine que você tem uma base pequena de compradores, ou seus leads recentes não refletem seu cliente ideal. Gerar lookalike a partir de dados ruins só amplia os problemas: o algoritmo replica padrões que talvez você queira evitar.
O segredo é entender que o Meta busca padrões matemáticos. Se a base está enviesada, o lookalike só vai escalar esse viés.
O conceito parece tentador: “Encontre mais pessoas como meus melhores clientes”. Mas a eficácia depende da qualidade e quantidade dos dados de origem. Se você rodar campanhas com pouco volume, vai notar que:
Já viu aquela campanha que parecia promissora no início, mas perdeu força depois de alguns dias? Muitas vezes, o culpado é o público semelhante mal calibrado.
Imagine uma escola de idiomas local, que tem poucos alunos e uma base de contatos desatualizada. Se você pedir ao Meta para criar um público semelhante, ele vai buscar pessoas com padrões antigos, talvez nem interessados em cursos presenciais ou na sua região.
Outro exemplo: uma empresa de equipamentos industriais lança um novo produto. Se a base de clientes anteriores é de outro segmento, usar lookalike só atrai leads desalinhados, elevando o custo por aquisição e reduzindo o potencial de conversão.
Sugestão: Estratégias de tráfego pago além do óbvio
| Base de origem menor que 1.000 usuários | Evite |
| Dados de baixa qualidade (leads frios, emails inválidos) | Evite |
| Mercado com mudanças recentes de perfil | Evite |
| Necessidade de segmentação ultra específica | Evite |
| Campanhas com orçamento restrito | Evite |
Ao invés de confiar exclusivamente nos públicos semelhantes, vale apostar em estratégias que unem dados primários e comportamentais:
Sugestão: Como funciona o tráfego pago?
O maior erro é tratar lookalike audiences como solução universal. O Meta oferece essa função como atalho, mas ela exige senso crítico, análise constante e ajustes finos. Profissionais experientes sabem alternar entre públicos personalizados, segmentação manual e testes A/B, sempre monitorando métricas-chave como CPA, CTR e taxa de conversão.
Se você está investindo em campanhas de mídia paga, o segredo é combinar técnicas e nunca depender de um único tipo de público. Diversifique suas estratégias e valide hipóteses com dados reais.
Sugestão: Como escolher palavras-chave para tráfego pago
Se você busca um plano de mídia que foge do óbvio e quer evitar desperdícios com segmentações ineficazes, agende uma conversa com nossos especialistas. Fale com nosso time e transforme seus anúncios em resultados reais.
É um grupo de usuários criado automaticamente pelo Meta (Facebook/Instagram) com base em características comuns a uma base de origem, como clientes ou leads atuais.
Se a base de origem for pequena, desatualizada ou de baixa qualidade, o público semelhante pode ampliar padrões ruins, elevar custos e atrair leads desalinhados.
Evite quando a base de origem for menor que 1.000 pessoas, se os dados estiverem desatualizados ou se você precisar de segmentação muito específica.
Prefira segmentação por intenção, retargeting de visitantes e listas personalizadas de alta qualidade para campanhas mais precisas.